quinta-feira, 26 de maio de 2011

Algumas coisas observei de uma porta entreaberta, outras, assisti da janela, algumas tantas outras, puderam me ver em campo, vivendo, atuando, fazendo parte como primeiro papel. Considero-me tão pouco letrada, mas caminho em minha própria realidade, sem querer cristalizar com conceitos ou nomes.
Costumo dizer que o mundo existe na relatividade, uma vez que não existe uma única perspectiva acerca das coisas.Não existe verdade absoluta e sim, pontos de vista. Não se conceitua verdades, pois a vida é um caleidoscópio. A vida é uma grande especulação questionável se determinada.

terça-feira, 24 de maio de 2011

Em tudo, sê intenso.

Não meça lágrimas nem palavras,

Não dê pouco espaço ao sorriso

E que o abraço seja total

E que a vida seja extrema em um simples segundo

Muhammed

For you, the world seems to be something so previsible, real, exact. But I am going saying, it is not, habibi. Thus as we are not the same everyday, the world is more than a picture, a rational picture, with nice and clear days or beauty. I can not say to you I am complete. I am not. I am someone who is always in transmutation, but I am sure about my feelings today, now. Going ahead with my days, I don't ask where the road is going to. I just live . Don't ask too much about the living feeling, just keep living! I am a complex person, nor more neither less perfect...so faraway from this, habibi...tangled on my own thoughts. Don't judge me, I am someone who has a point of view, particular, part of my own reality. The realities can be mixed, the mine, the yours. and this is called 'relationship'. Don't try to deny, don't try to refuse. It is a fact in our lives. We are together forever, even with boundaries, with distances in limiting. This is not a lie, it is not something we can say it is not truth. it is inside our inner. We will never forget. It is like a chip inside our brain and I am happy because I could live all I had lived with you. I am really grateful. I hope I never forget the way we met. Ana bahebak. Shukran.

Habibatee butterfly, Liz.

Muhammed,

“Maybe we are people, tangled in a complicated relationship. Everyday I am indebted to you, debts that are to much to me to pay back. Sometimes like a couples, sometimes like strangers. Can we keep living on like that? Despite countless mistakes and separations, you will still there. I know that you are the only person, who can help me live properly in this world. I , in order to live without regrets, should keep you by my side. My rough mind and unstable expression and you watching it. That is a love like a war, because I am dangerous, because I love you. I will leave from you”.

This music, I sing it for you and you...certainly, sing it for me.

Remember , I’ll always say that, “may Allah bless our ‘ friendship’ forever”.

Não tente me definir ou tentar me moldar de acordo com algum padrãoesteriotipado. Não me venha com suas críticas embasadas em fundamentosquestionáveis, pois...como criticar "algo" sem definição? Portanto, não te reconheçocomo autêntico ser, capaz de me criticar, ou interpretar, ou definir. Isso não querdizer, que eu seja um ser amorfo, com pensamentos inconsistentes ou confusos.Confusos...dependerá do alcance de quem me observa, da sutileza de quem a tempara tal. Não tenho grandes ambições na vida, como a de querer ser ou parecerinteligente, isso já o sou ( e quem não é? ). E o que é a inteligência senão um pontode vista, um espectro de uma realidade peculiar em nós mesmos? Teria eu de serletrada para ser taxada como tal? Teria eu que entender do universo e seusmistérios, saber contar, saber de sintaxe até em Braille? Entender o outro...?! Ah!isso não se faz! Impossível ambição essa. Mas se você, de olhos fechados, puder mesentir, por favor, me conta, preciso partilhar esse fragmento de mim mesma quedesconheço.Liz Borges, em 10/05/2011
Senti-me pequena.Tão pequena que pude sentir a perda de minhaimportância.E me perguntei: o que tenho de bonito pra dizer? O quetenho de sábio? Baseado em que me estabeleço no mundodaqueles que amo? O que faz com que tenham comigouma ligação? E há alguma ligação?Pude sentir-me solta no meio de um nada terrível.Sozinha. Confusa, mas não triste, ainda.Por isso grito tanto e só escuto o eco de minha própriavoz? Por isso amo a mim mesma, pois o amor que emanonão consegue chegar a lugar nenhum. Mas retorna pramim? Como se não tivesse conseguido achar o seudestinatário? Não posso mentir que tenho prazer comigo,sinto alegrias comigo, mas continuo sendo aquela meninaboba que não tem com quem partilhar seus desenhos,suas brincadeiras, nem seus medos. Quanta banalidade!Por que passar nessa vida como alguém que nunca diznada, que tipo de força irei demonstrar? Não querominhas conquistas através do encantamento, como se eunão tivesse atrativos, como se nada dissesse além deminha medíocre aparência, pura volúpia. Se eu cantar nasnoites de lua cheia, que interessante seria! Se me calar,a vida continua sem maiores faltas. Só a lua sentirá o quepra mim já é alegria. Mas falta algo aqui. Bem dentrodesse meu coração louco, desvairado e só.Em 29/01/2008 Liz Borg