terça-feira, 24 de maio de 2011
Não tente me definir ou tentar me moldar de acordo com algum padrãoesteriotipado. Não me venha com suas críticas embasadas em fundamentosquestionáveis, pois...como criticar "algo" sem definição? Portanto, não te reconheçocomo autêntico ser, capaz de me criticar, ou interpretar, ou definir. Isso não querdizer, que eu seja um ser amorfo, com pensamentos inconsistentes ou confusos.Confusos...dependerá do alcance de quem me observa, da sutileza de quem a tempara tal. Não tenho grandes ambições na vida, como a de querer ser ou parecerinteligente, isso já o sou ( e quem não é? ). E o que é a inteligência senão um pontode vista, um espectro de uma realidade peculiar em nós mesmos? Teria eu de serletrada para ser taxada como tal? Teria eu que entender do universo e seusmistérios, saber contar, saber de sintaxe até em Braille? Entender o outro...?! Ah!isso não se faz! Impossível ambição essa. Mas se você, de olhos fechados, puder mesentir, por favor, me conta, preciso partilhar esse fragmento de mim mesma quedesconheço.Liz Borges, em 10/05/2011
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